Hoje trago mais uma resenha da querida Rudy do blog Alegria de viver e amar o que é bom!. Confiram:
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Título: Os Adoráveis
Autor/a: Sarra Manning
Editora: Novo Conceito
Páginas: 384
Tradutor: Ronaldo Luis da Silva
Avaliação da Rudy: 4,8 / 5,0
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Jeane Smith era blogueira, criou a marca Adorkable como um estilo vida (seu próprio estilo), é pequena, cerca 1,50m, feminista, sarcástica, maldosa e gosta de uma boa discussão. Tem 17 anos e escreve matérias para o The Guardian, é convidada para ser palestrante em diversos países e tem proposta para um programa de TV, escrever 2 livros e mais outras tantas atividades que a colocam em evidência. Tem público fiel no twitter e no blog. Namora Barney, um 'intelectual' do campo da informática e que a acompanha por todos os lugares, é medroso e o namoro é mais amizade do que atração.
Michael Lee é a estrela da escola, do palco e do campo de futebol. Os meninos queriam ser como ele e as meninas o queriam. O pai é chinês, o que dá um ar exótico a beleza dele, é lindo! O adolescente que todo pai deseja: certinho, estuda, é popular, bonito, prestativo e... dominado pela mãe cheia de regras. Namora com Scarlett, um riquinha mimada e sem nada na cabeça.
Michael é tudo o que Jeane abomina até descobrirem que Barney e Scarlett estão tendo um 'affair'... Acabam seus namoros e começam a passar um tempo juntos as escondidas e descobrem que tem mais em comum do que imaginavam, além da química física.
Michael é tudo o que Jeane abomina até descobrirem que Barney e Scarlett estão tendo um 'affair'... Acabam seus namoros e começam a passar um tempo juntos as escondidas e descobrem que tem mais em comum do que imaginavam, além da química física.
Adoráveis foi uma grata leitura. Mostra a diversidade da adolescência e a necessidade de pertencer a um grupo, mesmo que seja um grupo diferenciado do 'comum'. A autora abordou de forma clara as mudanças na adolescência, os conflitos familiares, a diversidade de pensamento e ainda assim, mostrou como o diferente pode ter 'um lugar no mundo' sem se desviar do caminho do bem.
Confesso que me identifiquei com a protagonista, porque sempre fui irreverente e rebelde, claro que não sou arrogante como ela, porém sabia bem todos os sentimentos que passavam por sua cabeça e seu coração, porque vivi coisa semelhante e acredito que a leitura foi ainda mais interessante por isso. Acho legal quando podemos nos identificar com as personagens de um livro.
A autora imprimiu personalidades fortes e distintas que demonstram o quanto a criação é importante em nossas vidas, tudo o que vivemos em nosso passado é o que formará o que somos no futuro e ainda mostra o quanto conviver com pessoas reais e amorosas é importante.
Se você procura um livro leve, engraçado, ligado a um estilo de vida e também as redes sociais, não deixe de ler Os Adoráveis porque é hilário e maravilhoso! Deu boas risadas!!
Confesso que me identifiquei com a protagonista, porque sempre fui irreverente e rebelde, claro que não sou arrogante como ela, porém sabia bem todos os sentimentos que passavam por sua cabeça e seu coração, porque vivi coisa semelhante e acredito que a leitura foi ainda mais interessante por isso. Acho legal quando podemos nos identificar com as personagens de um livro.
A autora imprimiu personalidades fortes e distintas que demonstram o quanto a criação é importante em nossas vidas, tudo o que vivemos em nosso passado é o que formará o que somos no futuro e ainda mostra o quanto conviver com pessoas reais e amorosas é importante.
Se você procura um livro leve, engraçado, ligado a um estilo de vida e também as redes sociais, não deixe de ler Os Adoráveis porque é hilário e maravilhoso! Deu boas risadas!!
Quotes:
"- Não são os amigos todos especiais?
- Bem, sim, mas alguns deles são mais especiais que outros - observou Jane.
- Por isso, o quão especial é você?
- Ah, Molly, somos todos flocos de neve raros e únicos em nosso próprio caminho - eu disse rapidamente.
- Pare de tentar nos embaraçar."
(pág. 174)
"Eu saí. Não foi exatamente uma dificuldade. Foi emocionante. Eu tinha toda Nova York para mim, e era exatamente como ela parecia nos filmes: o vapor que subia dos bueiros, as ruas que se estendiam em direção ao horizonte, e nesse dia frio e crepitante, o sol se refletindo nos arranha-céus, os táxis amarelados buzinando, e todos por quem eu passava tinham sotaque americano. Quando fui à Starbucks para comprar um cappuccino e um muffin, o barista realmente me perguntou "Como você quer?"."

