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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

#Persuasão – Jane Austen

Oi galera,
Hoje a Nathalia, colunista do blog trouxe a resenha do livro Persuasão, vamos conferir:

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Título: Persuasão
Autor/a: Jane Austen
Editora: Martin Claret
Páginas: 162

Na minha mini biografia que sempre aparece ao término de uma resenha, menciono a autora Jane Austen como uma das minhas preferidas. Então, como vocês já devem estar imaginando, já li Persuasão, mas num passado remoto, estava com meus 13 ou 14 anos e não me lembrava (ou melhor, pensava que não lembrava) muito da história, porém, para minha surpresa, descobri que foram raros os pontos que havia perdido com o passar dos anos. E qual foi o meu espanto quando descobri que não, Orgulho e Preconceito não é meu livro preferido da autora (não desmerecendo a história que também aprecio muito), mas sim a presente obra. Ouso dizer que será muito difícil (para não dizer impossível) encontrar uma personagem com 100% de compatibilidade como eu e Anne Elliot.

A família Elliot é conhecida por sua grande arrogância e narcisismo. Sir Walter Elliot, o patriarca da casa, e um esbanjador, não mede recursos para mostrar seu poderio econômico e louvar sua beleza (ele possui tantos espelhos quanto às paredes de sua mansão aguentam)
“Quando lady Elliot estava viva, havia método, moderação e economia, o que o manteve dentro dos limites de suas rendas; mas com ela morrera toda essa sensatez, e a partir de então ele passou a estourar regularmente o orçamento.” (pág. 475)

Com todo esse desperdício os Elliot vão ser obrigados a baixar um pouco o padrão de vida e passar a ter um luxo modesto. Assim, eles deixam a tão respeitada propriedade de Kellynch Hall onde moravam e se mudam para Bath, passando a viver numa casa de campo, permitindo um bom conforto por um preço muito menor. Tal acontecimento é visto com amarga tristeza por Anne, a filha do meio de Sir Elliot. Ela amaria passar toda sua vida no lugar onde sua mãe esbanjava elegância e temperança. Tentando adiar sua ida ao novo lar, ela vai passar uma temporada (alguns meses) com sua irmã mais nova Mary, casada com Charles Musgrove e mãe de dois meninos bem imperativos.

Nesse passeio até Uppercros (lugar onde Mary mora), Anne reencontra seu antigo amor, antes um rapaz formoso mais sem grandes recursos financeiros, agora, além de mais belo ainda, é dono de uma fortuna significante até para os olhos dos Elliot. Mas, Anne sabia que, por dado ouvido a razão no passado e recusado o Capitão Wentworth como esposo, ele agora só alimentaria raiva e desprezo pela pessoa, da doce Anne Elliot.

O livro é pequeno então não vou me estender e quebrar toda a magia desse romance. Mas cabe aqui minha humilde opinião que faz jus ao “tamanho não é documento”. Embora com poucas páginas, a senhorita Austen consegue nos prender através das revoltas amorosas de Anne com o capitão Wentworth (e outros senhores, diga-se de passagem), além de que, como esperado, a autora cutuca alguns tabus da época.
“(...). Aquilo era um caso para mulheres, e seria completamente absurdo que ele, sem nenhum préstimo em casa, tivesse de permanecer trancado ali.” (pág. 502)

É isso queridos leitores, espero que tenham gostado e até a próxima!!!

terça-feira, 30 de junho de 2015

#Eneida – Virgílio

Oi Pessoal,
Hoje temos a resenha/análise de um clássico, feito pela Nat, vamos conferir:

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Título: Eneida
Autor/a: Virgílio
Editora: Martin Claret
Páginas: 449


   Muitos de vocês que passaram os olhos pelo nome dessa obra já torceram o nariz “Virgílio? Lá vêm todas aquelas aulas de literatura sobre Camões.”, senhores (e senhoras) minha pretensão nessa resenha está longe de ser uma aula (até porque não tenho nenhum conhecimento para tal) por isso, vou apenas deixar minhas impressões com a leitura e falar um pouco sobre o enfoque da trama. Mas quero que saibam que sinto-me vitoriosa por ter terminado essa leitura... Diferente.

   O objetivo principal do livro é nos convencer da grandeza e bravura do povo romano. A narrativa é feita pelo próprio autor, focando nas conquistas de Enéias (possível fundador do Império Romano). Aí já temos que estar atentos a um pequeno (e importante) detalhe do período histórico em que este livro foi concebido. Pelas minhas pesquisas, existem duas possibilidades para que esse livro tenha surgido. A primeira é de que Otávio (sobrinho de Júlio César) teria encomendado a obra para Virgílio a fim de que as raízes romanas fossem exaltadas e o povo não se rebelasse. Outra teoria é de que a obra não teria sido encomendada, mas que o próprio autor (sendo amigo de Otávio) percebera a necessidade de uma exaltação dos primórdios do Império a fim de promover um ponto de partida do povo romano (afinal ninguém mais estava acreditando na lenda de Rômulo e Remulo).

   Ter isso em mente faz toda a diferença, afinal a epopeia estará a todo instante querendo garantir que Enéias assuma um papel de semi-deus (o que de fato ele seria, já que sua mãe é Vênus).

   Essa aventura inicia com a famosa Guerra de Troia. Como todos já sabem a história, os soldados de Esparta se escondem dentro do conhecido cavalo e atacam Troia assim que todos estavam dormindo. Nosso herói, vendo que sua cidade está sucumbindo em chamas, parte para outras terras, juntamente com alguns soldados, seu pai e seu filho (ao que parece a esposa de Enéias fora morta, mas isso não fica claro no livro). No meio dessa viagem sem destino Enéias perde pessoas próximas a ele, fazendo-o clamar aos deuses por uma provisão. E suas preces são atendidas, ele enfim atraca em Cartago e conhece seu grande amor Dido (convenhamos que o nome não ajuda muito). Motivos de força maior os fazem partir, novamente, desbravando mares até que finalmente ele encontra a terra prometida, pelos deuses, ao pai do herói.

   Dei uma bela enxugada na história e isso é perceptível, mas tenho meus motivos, lá vão eles: a trama é cheia de detalhes e minúcias que eu me recuso a falar para não aborrece-los; todos os eventos que acontecem são cruciais para o final, por isso, meu medo de dar algum spoiler foi bem grande.

   Por fim, recomendo a obra apenas aos leitores que realmente apreciam esse tipo de leitura e que tenham conhecimento prévio sobre a história de Roma e, se possível, da Grécia, já que facilitaria o entendimento.

   Espero que tenham gostado da resenha... Para mim a leitura foi bem enfadonha, como já havia dito, essa literatura é para um público bem específico e como eu percebi não sou um deles rsrs...Bjs e até a próxima resenha ;)

segunda-feira, 9 de março de 2009

As Aventuras de Sherlock Holmes - Sir Arthur Conan Doyle

Esse livro é muito bom cheio de mistérios onde Holmes e Watson resolvem problemas incrivelmente obvios para alguns, mas que na verdade são outras coisas totalmente diferentes. Cada um de seus casos me surpreende mais, o modo como ele observa as cenas, os lugares, tem pensamentos que o levam direto aonde deve ir, e na hora em que o caso é solucionado se fica de boca aberta por saber que não era nada do que você pensava.....Amei...nota 10....recomendo a todos que gostem de resoluções de crimes afinal isso é com Sherlock Holmes e seu fiel companheiro Watson....bjus Elis

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Orgulho e Preconceito - Jane Austen

Nossa esse livro é incrível, começa muito formal e continua assim até o fim, o que é obvio....rsrs....porém na quinta página, já se esta totalmente familiarizado com as palavras, e a leitura fica ricamente agradável.Você não consegue mais parar de ler, cada acontecimento entre os personagens lhe faz viver a história.Achei maravilhoso o amor de Lizzi e Darcy, e tudo que ele fez para ficar com ela. Qualquer mulher que fosse amada como Lizzi, seria uma felizarda.O livro também mostra o quanto as pessoas podem influenciar em nossas vidas e o quanto podemos nos enganar com pessoas incrivelmente cativantes.Sinceramente esse livro é um clássico romantico, que deve ser lido com o maior respeito, pois é uma obra magnífica. Minha nota pra ele é 10.P.S: Hoje descobri que passarei a ser fã de Jane Austen. E quero lhe dar os Parabéns por essa obra de literatura.Bjus Elis!!!!!!!!