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segunda-feira, 4 de julho de 2016

#O Cão dos Baskerville – Sir Arthur Conan Doyle

Olá Galera,

Hoje quem conta sobre mais um conto do estimado Sir Arthur Conan Doyle, é a colunista Nathalia, vamos conferir:

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Título: O Cão dos Baskerville
Autor/a: Sir Arthur Conan Doyle
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 179

Sir Charles Baskerville, um bom partido que acaba de receber uma enorme herança de sua família, é obrigado deixar o novo continente(EUA) para voltar à Inglaterra e assumir seu posto como chefe dos Baskerville. Entretanto, este belo rapaz não esperava que, junto com sua herança, viesse uma maldição. Aparentemente, o falecido familiar de Sir Charles fora vítima de um cão anormal. Maior que os demais, faminto por pessoas (e se for Baskerville, melhor ainda haha) e mortalmente feroz.

Tal narrativa interessa muito Sherlock. Acredito que o detetive tenha um fascínio em provar, logicamente, que por trás de algo sobrenatural há uma explicação muito plausível e nada do além mundo. Enfim, Sherlock aceita o caso e manda seu melhor amigo e fiel escudeiro Dr. Watson para investigar a cidade e mandar relatórios sobre novas descobertas. John Watson também tem a missão de manter Charles Baskerville vivo, já que o mesmo corre um grande risco de vida.

O novo desse livro, que, se eu não me engano, acontece apenas aqui é a dedicatória que Sir Conan faz para alguém que o inspirou na narrativa: 

“Meu caro Robinson, foi seu relato de uma lenda do oeste da Inglaterra que primeiro me sugeriu a ideia desta pequena história. Por isso e pela ajuda que me deu em seu desenvolvimento, obrigado.
Sinceramente seu,
A. Conan Doyle” (pàg.229)

“Então aprendam com esta história a não temer os frutos do passado, de modo que as paixões condenáveis, que fizeram nossa família sofrer de maneira tão atroz, não sejam novamente o motivo de nossa desgraça.” (pág. 239)

Então é isso, uma resenha curtinha para encerrar mais um volume desse box maravilhoso, espero que tenham gostado e até a próxima resenha ;)


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quinta-feira, 16 de junho de 2016

#Memórias de Sherlock Holmes – Sir Arthur Conan Doyle

Olá Pessoal,

Hoje a colunista Nathalia, apresenta a análise do segundo volume do box de Memórias de Sherlock Holmes, confiram:

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Título: Memórias de Sherlock Holmes
Autor/a:  Sir Arthur Conan Doyle
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 226

Mais um livro de Sir Doyle lido para que possamos trocar mais algumas experiências de leitura, yes haha. Enfim, esse é mais um livro sensacional de contos das aventuras de Sherlock ( na verdade esse gênero é o meu preferido quando se trata das histórias do detetive, já que podemos acompanhar mais mistérios compactados em um livro). Como de costume, selecionei alguns dos meus contos preferidos e vou falar um pouquinho sobre eles e compartilhar minha opinião.

Silver Blaze: modestamente acredito que tenho uma queda por cavalos (acho esses animais lindos e elegantes com todo aquele tamanho). Bom, nessa história Holmes sairá de seu apartamento na Baker Street e, através de um trem de primeira classe, partirá rumo à Exeter, mais precisamente para um famoso Haras onde investigará o desaparecimento do cavalo favorito para ser o ganhador de uma corrida, Silver Blaze. 
Somente o fato de Sherlock viajar e mudar de ares já é um super ponto para que o conto se torne um dos meus preferidos, sem contar que o desfecho dessa trama é bastante original.

Gloria Scott: marquei este conto para falar para vocês, pois foi o caso de estreia de Sherlock no mundo dos crimes. Quando ele estava na universidade (não traz o curso) conheceu um rapaz que se tornou o mais próximo de um colega de faculdade que o convida para passar as férias de verão na casa de seu pai. Quando Sherlock coloca os sobre o pai desse rapaz, pronto, ele já percebe que aquela família muito bem estruturada esconde alguns segredos obscuros do passado.

O Ritual Musgrave: é o que mais pode se assemelhar de um conto de terror vivido por Wtason e Holmes. Porém, também retrata como o detetive vai rebater todas as possíveis explicações místicas para um evento X macabro.

Os Senhores de Reigate: não foi o conto mais brilhante que eu li de Sir Arthur, mas, escolhi essa história pois o maior detetive de toda Inglaterra está doente. Sim Sherlock Holmes está doente, e quem leu pode por favor colocar sua opinião, mas ver uma pessoa que se julga superior que as demais jogada em um sofá e enrolada numa manta é cômico.

Vale ressaltar que o último conto dessas memórias vai relatar a batalha final entre Sherlock Holmes e seu arqui-inimigo Professor Moriarty. 

Então é isso, os livros de contos de Conan Doyle são altamente recomendados na minha opinião e, porque não, os romances também =) Até a próxima resenha, deixe seu comentário, vamos compartilhar nossas experiências de leitura, beijos, 'té mais ;)


sexta-feira, 3 de junho de 2016

#O Sinal dos Quatro – Sir Arthur Conan Doyle

Olá Leitor(a),

Hoje a colunista Nathalia nos trás mais um dos contos do primeiro volume do box do Sherlock Holmes, vamos conferir:

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Título: O Sinal dos Quatro (Volume 1)
Autor/a: Sir Arthur  Conan Doyle
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 110
Total de Páginas 1º volume: 512

“- O meu espírito rebela-se contra a estagnação – disse ele. - Deem-me problemas, muito trabalho, o mais complicado criptograma ou a mais intrincada análise e eu estarei no meu meio. Então, dispensarei todos os estimulantes artificiais. Detesto a rotina monótona da existência. Anseio pela exaltação mental. Foi por isso que escolhi a minha profissão especial. Ou melhor, eu a criei, porque sou o único no mundo.” (Fala de Sherlock Holmes – pg. 4)

  A última história do primeiro volume desse box maravilhoso (a última lida por mim, porém é o segundo desse volume), apresentará uma nova personagem que nos acompanhará por algum tempo, estou me referindo à Mary Morstan, futura esposa do Dr. Watson. 

Neste novo caso, Sherlck, com muita naturalidade, tentará solucionar o misterioso evento ocorrido com uma governanta humilde, a senhorita Morstan. Todo mês a futura senhora Watson recebe uma pérola sem nenhum motivo, dispensando a ideia de um admirador secreto, e o mais estranho é que ela não possui nenhum familiar que tenha condições de adquirir uma pérola todo mês para presenteá-la. Na verdade, o livro menciona que o único parente vivo que ela conhecera fora seu pai, um antigo marinheiro, que morrera havia pouco tempo, motivo pelo qual ela começou a trabalhar como governanta de uma senhora muito boa, que a indicou ao melhor detetive da Inglaterra, o senhor Holmes.

Não foi uma das minhas histórias preferidas do Sherlock pois, em todo momento, ele assumia o ar de que aquele caso não era nenhum pouco desafiador, a minha impressão foi de que ele já o havia resolvido antes de sair de seu apartamento na Baker Street e que só fizera todas as visitas a possíveis suspeitos apenas para provar, à nossa humilde governanta, (que demonstrou ser muito fã do trabalho de Holmes haha) que ele estava certo, como sempre.

O livro vai abordar de forma muito sutil o romance entre Watson e Mary Morstan, mas só vamos saber o resultado desse envolvimento amoroso em outras histórias de Sherlock, quando descobrirmos que enfim, sim, eles casaram.

“O amor é maravilhosamente sutil, porque ali estávamos nós, que nunca nos víramos antes desse dia, e nenhuma palavra, nem sequer um olhar afetuoso havíamos trocado até então, e mesmo assim, neste momento aflitivo, nossas mãos se aproximaram instintivamente.” (pg. 33)

Então é isso, terminei o primeiro volume desse box e estou ansiosa para conhecer mais histórias sobre os misteriosos casos do grande detetive Sherlock Homes. 
Espero que tenha gostado e até a próxima resenha ;)

sábado, 23 de janeiro de 2016

#As Aventuras de Sherlock Holmes – Sir Arthur Conan Doyle

Olá Pessoal,

A Nathalia colunista aqui do blog, fez um apanhado geral do box e trouxe suas impressões para nós, vamos conferir:

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Título: As Aventuras de Sherlock Holmes 

Autor/a: Sir Arthur Conan Doyle
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 269
Total de Páginas 1º volume: 512


Ler histórias curtas sobre Sherlock é ainda melhor do que ler seus romances maiores. Qual o motivo? Simples. Posso passar mais tempo com meu personagem preferidos em diferentes cenários e exigindo cada vez mais de seu intelecto. A obra traz 12 histórias narradas por John Watson que se passam antes e depois de seu casamento com Marry.

Como falar sobre cada um dos contos não vai ser muito viável, então chamarei atenção para os meus títulos preferidos. 

Escândalos na Boêmia: o conto que abre o livro. Nele conhecemos Irene Adler, intitulada pelo Sr. Holmes como “A Mulher”. Irene, uma atriz em busca de um cavalheiro pronto para bancar seus luxos, consegue fotos comprometedoras de um rico senhor e resolve chantageá-lo. Com medo de que sua reputação imaculada desmorone, este senhor recorre ao detetive mais famoso de Londres para recuperar essas fotos. Entretanto, Holmes vê-se derrotado, pela primeira vez, por uma mulher, A Mulher. 

A Liga dos Ruivos: um caso bem interessante e complexo. Não vou me atrever a narrá-lo, mas advertir que quando for ler tenha um pouco mais de atenção com esse conto.

Os Cinco Caroços de Laranja: interessante e misterioso. Me lembrou um pouco o título “Um Estudo em Vermelho”.

O Homem de Lábio Torcido: um dos meus preferidos por se tratar de um caso doméstico. Seu desfecho foi um tanto cômico.

O Polegar do Engenheiro: me chamou a atenção pelo desfecho ser completamente inusitado. Tudo que eu havia pensado para o final, o culpado e o motivo estavam errados. Fiquem atentos a este conto também, Sir Arthur sabe muito bem como nos enganar. 

Bom, espero que tenham gostado e até a próxima resenha ;)

sábado, 19 de dezembro de 2015

#Um Estudo em Vermelho – Sir Arthur Conan Doyle

Oi Pessoal,

Anda tudo meio corrido, mas não vamos deixar vocês sem análises, hoje a colunista Nathalia que vai dar sua contribuição, confiram:


                
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Título: Um Estudo em Vermelho (Volume 1)
Autor/a: Sir Arthur Conan Doyle
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 133
Total de Páginas 1º volume: 512


Sherlock é, sem dúvida, o meu personagem preferido de todos os tempos e suas aventuras serão sempre relidas. Todo esse amor se deve ao fato dele ser responsável por me apresentar ao mundo da leitura. Sim caro leitores, foi através de Doyle que comecei a ler meus primeiros livros depois de escolher uma história de Sherlock em uma prateleira de livraria.

Mesmo me sentindo íntima do sr. Holmes e seu fiel escudeiro Dr. JohnWatson, confesso que falar da capacidade desses dois em cena é muito difícil para mim. Suas personalidades são profundas e complexas, mas vou tentar rsrsr.

“- Pois então, estude-o – disse Stamford ao despedir-se. - Imagino que Holmes seja um problema intrincado. Aposto como ele descobrirá mais coisas a seu respeito do que você conseguirá descobrir a respeito dele. Até breve, Watson.” (Pág. 18)

Em seu romance de estreia, Watson, recém recuperado da Guerra do Vietnã, procura um apartamento para dividir as despesas com alguém com hábitos constantes. Sherlock, não se sabe por quê, procura alguém para dividir um apartamento aconchegante na Baker street, 221 B.

Em seu primeiro encontro Holmes já consegue desvendar o passado de John (com sutileza e delicadeza a lá Sherlock). Algumas páginas do livro retrataram o convívio até que harmônico entre dois novos amigos, até o dia em que Watson descobre a misteriosa ocupação de seu colega. Depois de observar pessoas entrando e saindo de sua casa, seu amigo que some por dias e reaparece ficando semanas a fio sem sair de sua poltrona, enfim, ele fica bastante intrigado. Até que um dia, no seu dejejum ao lado do detetive, ele começa a ler um artigo a respeito da arte da dedução. O autor defendia a ideia de que, com uma capacidade de observação aguçado e conhecimentos de várias áreas da ciência conhecidos, era possível resolver um mistério (crime) sem sair de sua casa (ele desdenhava o papel dos detetives da Scotland Yard). Não tendo autoria, o doutor começa a debater a veracidade desse artigo com Holmes a ponto de descobrir que seu amigo não é só um detetive comum, mas um consultor da polícia, ou seja, quando as pessoas da Yard estavam em apuros, era a ele que iam recorrer.

Assim, John passa a se envolver ativamente na “vida profissional” de Sherlock e através disso, tem seus fantasmas da guerra exorcizados.

“- Por enquanto, ainda não dispomos de dados – ele respondeu. - É um erro capital formular teorias antes de contarmos om todos os indícios. Pode prejudicar o raciocínio.” (Pág. 32)

Nessa rotina, os dois amigos serão apresentados a um crime muito incomum, fazendo com que o detetive tenha que colocar várias de suas teorias a prova e que Watson descubra as artes da dedução.

Entramos no enredo propriamente dito, mas não vou entrar nessa parte (para não acabar com a magia do livro). Vou ressaltar aqui que no meio da narrativa o foco sai da Baker street e vai para a expansão para o oeste nos EUA. É uma mudança bem abrupta, por isso estou avisando caso você nunca tenha lido. A impressão vai ser de que a editora errou e publicou um livro dentro de outro, mas ao final saberemos como tudo isso vai se encaixar.

“Por mais que se agucem os ouvidos, não há o menor rumor no deserto majestoso; nada, a não ser silêncio, o silêncio mais profundo e opressivo.” (Pág. 76)

O que falar dessa edição acima? É um luxo, maravilhosa e que todo sherlockiano deveria ter na estante.

“Um tolo sempre encontra alguém mais tolo para admirá-lo.” (Pág. 55)

Espero que tenham gostado e guardem por mais resenhar de Sherlock, essa experiência de poder reencontrá-lo está sendo maravilhosa… Até a próxima ;)