sábado, 16 de abril de 2016

Revista: Conexão Literatura - nº 10

Olá Pessoal,

Estão sabendo que agora mês a mês, temos a divulgação da revista Conexão Literatura aqui no blog, essa edição está recheada, confiram:

Para baixar o conteúdo e ler a revista na integra clique AQUI

Nessa décima edição temos uma super entrevista com a autora mais queridinha da garotada a Paula Pimenta, que é autora das séries Fazendo meu filme e Minha vida fora de série. Também temos uma entrevista com o autor Angelo Miranda e a divulgação de um sorteio de um exemplar de sua obra.

Confira as regras AQUI até 27/04/2016

Também há um segundo sorteio, confiram:
Regras AQUI até 20/04/2016

E ainda contos dos autores: Ademir Pascale, Amanda Leonardi, Zoraya Cesar e Ricardo de Lohem. Além de matérias e outras novidades, não deixem de conferir.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Era uma vez no Outono - Lisa Kleypas (vol. 2)

*Parceria Editora Arqueiro*
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Título: Era uma vez no Outono
Série: As Quatro Estações do Amor
Volume: 2
Autor/a: Lisa Kleypas
Editora: Arqueiro
Páginas: 288

Sinopse: A jovem e obstinada Lillian Bowman sai dos Estados Unidos em busca de um marido da aristocracia londrina. Contudo nenhum homem parece capaz de fazê-la perder a cabeça. Exceto, talvez, Marcus Marsden, o arrogante lorde Westcliff, que ela despreza mais do que a qualquer outra pessoa.

Marcus é o típico britânico reservado e controlado. Mas algo na audaciosa Lillian faz com que ele saia de si. Os dois simplesmente não conseguem parar de brigar.

Então, numa tarde de outono, um encontro inesperado faz Lillian perceber que, sob a fachada de austeridade, há o homem apaixonado com que sempre sonhou. Mas será que um conde vai desafiar as convenções sociais a ponto de propor casamento a uma moça tão inapropriada?


***************

Há o Outono, que estação maravilhosa, muitas pessoas não gostam, mas eu amo as árvores, as folhas caindo e colorindo o chão por onde passamos. E não ouve estação melhor em Stony Cross Park, em Hampshire. Lillian e Daisy chegaram com seus pais Mercedes e Thomas Bowman, para a nova temporada de caça aos maridos, para suas filhas americanas que não entendem nada da etiqueta das estimadas inglesas. Claro que o pai delas está mais interessado nos negócios que Marcus tem para lhe propor. Porém foi a oportunidade perfeita para o quarteto das Flores Secas se reúna, bem que agora se pensarmos bem essas flores secas, estão começando a renascer. Annabelle, Lillian, Daisy e Eve (Evangeline Jenner) voltarão a conversar sobre a próxima a se casar e o pretendente escolhido.

Me diverti e ri muito com a Lilian, ela não tem papas na língua e desafia a todos que querem contradizê-la, Daisy sua irmã tenta apaziguar os momentos intempestivos e por vezes consegue. Westcliff, o temido conde Marcus Marsden, não tolera ser desafiado ou destratado diante de uma mulher tão impossível; ou seria o seu coração amolecendo diante da ímpar beleza e personalidade, de uma moça tão diferente e semelhante a ele.

"- Parece que você perdeu muitas aulas de mitologia grega, querida. Sísifo era uma alma em Hades condenada a realizar um trabalho eterno...rolar uma enorme pedra montanha acima só para vê-la rolando novamente para baixo antes de ele alcançar o topo.
 - Então se a condessa é Sísifo - concluiu Daisy -, suponhos que somos...
 - A pedra - disse Lady Westcliff, fazendo as duas garotas rirem.
 - Continue com nossas aulas, milady...Tentaremos não esmagá-la ao cair." 
(pg. 134)

Eu devorei esse livro, não conseguia parar e quando tinha de dar uma pausa ficava doida para voltar a lê-lo. Se o primeiro volume com a Annabelle e o Simon Hunt, foi bom, esse aqui está espetacular. Mercedes a mãe má dessas irmãs, mostra um pouco do que há motiva ser assim. Nossa protagonista se envolve em cada uma que chega a ser incrível ela se safar.

Creio que aqui a história se desenvolveu de uma forma mais ágil de dinâmica e dois personagens explosivos, só nos daria uma receita ótima de boas discussões. Uma parte maravilhosa é quando conhecemos o jardim secreto, chamado de Corte das Borboletas, só de imaginar esse local fiquei encantada e sonhando acordada.

" - Já lhe ocorreu, seu idiota arrogante, que a pessoa que mais pode me magoar é você?" (pg. 166)

É difícil expressar nossa opinião quando a vontade que temos é de voltar ao início do livro e ler tudo novamente. Encontrei alguns erros de digitação e falta de uma letra aqui ou outra ali, mas nada que atrapalhe a leitura e o entendimento. Se eu tinha alguma dúvida de ter me apaixonado pela escrita da Lisa Kleypas, agora não há nenhuma, estou ansiosa para conhecer Pecados no Inverno. E aposto que minha curiosidade somente aumentará ao chegar ao final dele e querer ler Escândalos na Primavera. 

Se você ainda não conhece o primeiro volume da série, leia minha análise AQUI. E meu conselho é corra e comece a ler.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Dançando sobre cacos de vidros - Ka Hancock

*Parceria Editora Arqueiro*
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Título: Dançando sobre cacos de vidro
Autor/a: Ka Hancock
Editora: Arqueiro
Páginas: 336

Sinopse: Lucy Houston e Mickey Chandler não deveriam se apaixonar. Os dois sofrem de doenças genéticas: Lucy tem um histórico familiar de câncer de mama muito agressivo e Mickey, um grave transtorno bipolar. No entanto, quando seus caminhos se cruzam, é impossível negar a atração entre eles.

Contrariando toda a lógica que indicava que sua história não teria futuro, eles se casam e firmam – por escrito – um compromisso para fazer o relacionamento dar certo. Mickey promete tomar os remédios. Lucy promete não culpá-lo pelas coisas que ele não pode controlar. Mickey será sempre honesto. Lucy será paciente.

Como em qualquer relação, eles têm dias bons e dias ruins – alguns terríveis. Depois que Lucy quase perde uma batalha contra o câncer, eles criam mais uma regra: nunca terão filhos, para não passar adiante sua herança genética.

Porém, em seu 11° aniversário de casamento, durante uma consulta de rotina, Lucy é surpreendida com uma notícia extraordinária, quase um milagre, que vai mudar tudo o que ela e Mickey haviam planejado. De uma hora para outra todas as regras são jogadas pela janela e eles terão que redescobrir o verdadeiro significado do amor.Dançando sobre cacos de vidro é a história de um amor inspirador que supera todos os obstáculos para se tornar possível.


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Estava conversando por Whatsapp com amigos literários, contando o quão difícil poderia ser falar aos nossos leitores sobre uma obra que favoritamos. Sobre uma obra, que pode te levar ao fundo do poço e depois de erguer até a borda. Se você é mulher, mãe, tia; se sabe o que é amar ou ser amado; se possui sentimentos de carinho por alguém e principalmente se é um romântico(a), você vai chorar. 

Derramará muitas lágrimas, se revoltará, mas me prometa. Que se for ler essa obra, lerá até a última palavra. Porque se você desistir ou abandonar por que não se sente bem, jamais chegará a borda do poço, quando olhar novamente para essa capa ou para o nome desse livro.

Quando algo causa grande impacto, queremos parar, desistir ou mesmo mandar nossa vida pro alto. Calma não pensem que você faria algo errado. Bem de repente até faça, mas o caso é que se não souber sentir a tristeza e a dor no coração, como irá se erguer para voltar ao seu centro. Mickey e Lucy, são pessoas fortes e fracas. Afinal todos nós temos os dois lados, uns mais, outros menos, depende de como foi nossa vida até aqui. Mas se você parar para pensar agora, você sabe que muitas pessoas se importam com você.

Hoje uma pessoa só fica sozinha se realmente quiser, mas ainda assim é difícil. O Dr. Gleason Webb (psiquiatra), personagem importante no livro, mostra que todos somos um pouco quebrados, mas que para tudo há solução e aceitação. A família de Lucy (Lucille) é tão real, que parece que as conheço. Priscilla é a irmã mais velha, uma mulher que se tornou mais dura com tudo que sofreu. Lily (Lilianne) a irmã do meio é doce, puro coração, casada com Ron, seu amigo desde a infância, mostra o quanto são fortes por passarem por tantas provações. Charlotte médica da família, é quem tenta segurar as pontas a cada exame que essas três irmãs realizam. 

"- Quem cuida de você? Quem o ajuda com os remédios e diz se... Sei lá, se está pirando? Quem junta os pedaços quando você desmonta?" (pg. 37)

"Naquele momento percebi que não valeria a pena viver sem Mickey Chandler. Eu o amava de todo coração. Mesmo com todos os seus problemas." (pg. 101)

Ao ir conhecendo esses e outros personagens vamos pensando o quão trágica nos parece a vida deles. Pensamos que nada pode ser tão ruim quanto viver dessa maneira, e então quando percebemos o amor desse casal, ficamos certos que por mais difícil que tudo seja, eles se concentram nos bons momentos, nas alegrias e aprendem a conviver da melhor forma possível. Até que uma promessa do contrato que realizaram se quebra e tudo pode desmoronar.

""Nós dois iremos cometer erros", falou, mas oferecemos equilíbrio um ao outro. Então acalmou meu pulso acelerado com as seguintes palavras: "Você vai ser um pai maravilhoso. Vai dizer a essa criança todos os dias quanto ela é amada, não importa o que houver. E ela vai acreditar, porque será verdade. E o fato de ela acreditar nisso do fundo do coração será suficiente para aplacar todo o restante."" (pg. 102)

Chorei muito, doeu não vou negar. Parecia que eu estava lá sofrendo tudo aquilo. Sei que minha dor sentimental não chega nem perto, no entanto as emoções são tantas, que posso dizer que cada vez que eu lembrar desse livro ou desse título, lembrarei de boa parte do que senti.

"A morte não é o fim, Lulu, e não dói. E, se não tiver medo, você pode vigiá-la e estar preparada..." (pg. 169)

"- Eu não perderia por nada a oportunidade de me sentar a seu lado, Lucy - falou, sorrindo. - Já vivi o bastante para me dar conta de que o acaso não existe. Viajo o mundo todo. Não se surpreenda se um dia eu aparecer na Midlothian (escola onde Lucy leciona) só para saber como você está." (pg. 217)

O texto em itálico na página 250, no início do capítulo 27, é primoroso e sei que cada um que leu, vai concordar comigo, é sobre a perda de alguém e a dor que isso causa.

"Diga que eu a amarei para sempre e fale para ela não ter medo. Nem da vida nem da morte. Diga que, se eu jamais tiver a chance de abraça-la ou de beijar seu rosto, sei que farei isso um dia. Diga, Lil, que ela é meu incrível milagre. E lhe diga todos os dias quanto amei o pai dela. " (pg. 326)

Sei que vocês desejariam que eu contasse de uma vez todo o livro, mas qual seria a graça? Mesmo sofrendo, saiba que se você se interessou um pouquinho, você deve ler e passar por tudo que passei. E claro desejo que suba a borda do poço comigo.

terça-feira, 12 de abril de 2016

#O Bangalô - Sarah Jio

Olá Pessoal,

Hoje temos uma resenha super especial da colunista Rudy, do blog Alegria de Viver e Amar o que é Bom, ela estava de aníver dia 10/abril, então deixem um parabéns lindo pra ela aqui....amo vocês. Vamos a resenha/análise:

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Avaliação da Rudy: 5,0 / 5,0

Título: O Bangalô
Autor/a: Sarah Jio
Editora: Novo Conceito
Páginas: 320

O ano é 1942 e Anne Calloway tinha uma vida estável e desejada por muitos na sua idade. Havia acabado de se formar na escola de enfermagem, tinha um noivo (George) a quem amava, embora o relacionamento não fosse tão empolgante e uma família bem estruturada e sucedida. Ainda assim faltava algo.

O cenário é a Segunda Guerra e Anne ao lado da amiga Kitty Morgan, resolve se alistar para servir o exército e acabam em Bora Bora, onde encontra muitas desgraças e sangue.

Na atualidade Anne está com 90 anos e sua neta Jennifer traz uma carta que o pai encontra dentro de umas caixas antigas. O passado volta como uma sombra esquecida e resolve contar sua história para neta.

Voltando ao passado, relata o grande amor vivido por um soldado chamado Westry. Ele muda totalmente a vida dela e seus encontros clandestinos são feitos em um bangalô abandonado, em um cenário paradisíaco, onde vivem o amor alucinado e profundo. O verdadeiro amor!! Até que são testemunhas de um assassinato.

” A cama grande o bastante para apenas uma pessoa, parecia arrumada, mesmo com uma camada de poeira por cima, como se alguém tivesse acordado uma manhã e arrumado os lençóis no lugar, esperando um retorno que nunca aconteceu.”(pág. 83)

A primeira coisa a ser dita é: a Segunda Guerra é apenas pano de fundo do livro; a verdadeira história é focada no romance e nas conseqüências das atitudes tomadas, como podem perseverar por toda a vida. Dito isso ainda estou sem fôlego com a intensidade do amor vivido no livro e de todo o drama que o permeia. A autora é exímia em sua escrita e envolve totalmente a quem lê o livro.

Já li os três livros da autora, contando com esse e sempre me deixo emocionar pela forma como ela relata os enredos, bem escritos, diálogos fantásticos e um desfecho de tirar o fôlego. O que mais gosto é a passagem de tempo. Aqui inicia no passado, vem para o presente, retorna os relatos antigos e no final, acaba novamente na realidade atual.

Não tem como não se envolver na história. É um drama bem escrito, um grande amor bem vivido e até um certo mistério, porque onde há assassinato, sempre tem um suspense. Na verdade não tenho palavras para descrever meus sentimentos. É que sou chorona e bem romântica e ao me deparar com esse enredo, não tive como me emocionar.

E ainda tem o artifício das cartas que sempre chamam me atenção, já que faço correspondência. As cartas são tão emotivas e bem escritas que não tem como não citá-las.

Fato é que o livro é simplesmente maravilhoso e recomendo para todos que gostam de um bom romance e de uma drama em tempos de guerra.

domingo, 10 de abril de 2016

#Os Humanos - Matt Haig

Olá Galera,

Hoje temos resenha/análise da colunista Rose do blog Fábrica dos Convites, estava curiosa com essa leitura e por isso vamos conferir:

Oi amigos, preparados para uma aventura intergalática? Que tal conhecermos um pouco de como nossos amigos extra terrestres nos veem?

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Título: Os Humanos
Autor/a: Matt Haig
Editora: Jangada
Páginas: 312

Andrew Martin é um famoso matemático da universidade de Cambridge. Casado com Isobel, uma historiadora e pai de Gulliver, um adolescente de 15 anos, ele é um egocêntrico egoísta, que não está nem ai para a família e deseja apenas sua glória e reconhecimento.

Andrew mantém um caso com sua aluna, Maggie e tenta solucionar o famoso "Problema de Riemann". Acontece que a solução deste não só jogaria Andrew para o estrelato desejado, como também colocaria em risco a humanidade. De tanto insistir, ele finalmente resolver o problema, e por conta disso, seres mais avançados do que nós terrestres, entram em ação para acabar com o perigo.
Um visitante é enviado à Terra para tomar o lugar do professor e sumir com toda e qualquer prova que Andrew pode ter deixado sobre o assunto.

Por vim de uma raça superior, nosso visitante não via os humanos com bons olhos. Desde a parte física até nossas ações, tudo era visto de uma forma negativa. Ao tomar o lugar de Andrew, nosso visitante começa a conhecer as nuances dos humanos. Das nossas diferenças e inseguranças. Das nossas músicas, bebidas e comidas, tudo é experimentado, sentido... e aos poucos aquela má impressão vai sendo substituída por sentimentos que ele não sabe definir.

"E muitas vezes a esperança era irracional. Não tinha sentido. Se tivesse sentido, bem seria chamada sentido."

Sem conhecer muito bem sobre a vida de Andrew, nosso visitante além de realizar sua tarefa, tem que se virar para não ser descoberto por Isobel e Gulliver. As diferenças entre nosso visitante e o matemático são gritantes e bem vindos. Mais gentil e atencioso, estas diferenças são atribuídas ao colapso mental sofrido pelo matemático. Colapso este que era falso. Isobel é a primeira a perceber estas diferenças, e o casamento que estava há muito enterrado, começa a ganhar uma nova chance. A relação com Gulliver que há muito não existia é novamente retomada, fazendo com que o adolescente encare seus problemas de um outro jeito. 

"É preciso que eu peça para ir para casa, e não vou fazer isso. Vocês podem interferir na minha mente, mas não podem controlá-la."

Aos poucos nosso visitante começa a questionar suas ordens, principalmente no que diz respeito a Isobel e Gulliver. Confuso com seus sentimentos, sua única certeza é o desejo de querer um lar para si. Mas para isso ele precisa tomar uma dura decisão e enfrentar seus superiores. Os mesmos superiores que não hesitariam em mandar outro visitante para resolver o problema. Ele precisará usar não apenas seus conhecimentos superiores, mas principalmente de suas recentes descobertas para proteger aqueles que aprender a amar.

Uma pena que ele não teve tempo suficiente para aprender as diferenças entre os relacionamentos, e isso pode ser o fim de seu sonho, mas não o fim de sua certeza. Com certeza nós humanos temos muito a evoluir, mas também temos muito a ensinar para quem tiver disposto a aprender. Somos tão contraditórios, que até para nós é difícil explicar o que somos e como somos. Não esperava que o livro fosse tudo o que senti o longo da leitura. Foi uma surpresa muito bem vinda e que recomendo a todos.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Novidades: Isa Colli

Olá Leitores,

Ando meio afastada devido a problemas com meu note, ele esta na corda bamba, mas tenho rezado para que ele volte a vida em breve, o amor da minha vida já está tentando salvá-lo da forca. Então tenham paciência comigo.

Hoje vim contar uma novidade, a autora Isa Colli, sim autora do livro Um amor, um verão e o milagre da vida, que foi responsável pela minha primeira vídeo resenha, isso foi em 2012, como o tempo passa. Também fiz uma entrevista, que pode ser vista AQUI. Então agora a novidade é sua nova obra intitulada: O Pirulito das Abelhas, agora lançado pela Editora Chiado.

Uma história para crianças desenvolverem sensibilidade, criatividade, senso crítico e desenvolverem corretamente o seu próprio idioma. A próxima sessão de autógrafos vai ocorrer no dia 11/maio na Itália.


A obra já existe em português, francês e em breve na língua inglesa. 

Confiram a sinopse:
O Pirulito das Abelhas é uma fábula que narra a vida de Vivene e Florine, duas abelhas que habitam Moinho, uma aldeia incrível, onde tudo é perfeito. A autora estimula a imaginação para que, através de uma viagem ao mundo da fantasia, a criança entre em sintonia com os elementos naturais da vida.

Isa Colli acredita que este processo seja fundamental para o desenvolvimento da personalidade e do emocional pueril. Ela trata os contos e as histórias infantis como instrumentos de trabalho para o aprendizado cotidiano da garotada, enfatizando o respeito mútuo como fator agregador na sociedade.

Com ilustrações bem cuidadas, uma leitura suave, agradável e confortadora, as abelhas desta história nos ensinam a importância de viver em harmonia com a natureza, nos alertando para a relevância de se empregar na educação dos nossos filhos, os valores do trabalho e dos estudos, nobres ferramentas de cunho essencial para o crescimento pessoal e coletivo.

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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Guardião - Mari Scotti (vol. 2)

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Título: Guardião
Volume: 2
Série: Neblina e Escuridão
Autora: Mari Scotti
Editora: Novo Século
Páginas: 366

Sinopse: Ellene finalmente enfrenta o homem de seus pesadelos e descobre que eles têm mais em comum do que esperava. Ao mesmo tempo,o Guardião Millosh, determinado a recuperar sua rainha e a segurança de seu reino, se vê sozinho ao deparar-se com traições e precisa confiar em seu inimigo para continuar sua busca por respostas.Unidos pelo passado, Millosh e Ellene são surpreendidos por um sentimento poderoso, impossível... e inesquecível. A determinação deles será colocada à prova, bem como a lealdade à raça. E lhes resta apenas a coragem ao se deparar com as revelações que os aguardam.

No segundo livro da destacada série Neblina e Escuridão, amor e consciência não deveriam seguir o mesmo caminho.

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Sabe o que aprecio na escrita da Mari Scotti, é que por mais que leiamos outras obras em paralelo, quando voltamos para sua história, as cenas e os personagens vem com a mesma intensidade, como se só estivéssemos lendo uma obra.

Ellene esta insegura e acuada nesse volume, depois da descoberta sobre suas origens, ela ficou numa indecisão que deixava o leitor com vontade de dar um sacudão nela...kkkk...mas essa garota tem garra. Ela até parece indefesa, mas tem um amadurecimento e conflitos da idade que deixa-nos certos, que na sua posição faríamos bem parecido. Falando dos personagens masculinos, já estou gamada em Millosh, Jacó e até o pentelho do Tomas me divertiu. Carol também é uma personagem que vai se modificando e crescendo na trama.

O carinho que Ellene passa a ter por Millosh, começa a preocupar o leitor, ficamos na torcida a favor e contra, afinal ninguém conhece a história verdadeira, além da Elizabeth que está sumida. E as dúvidas e medos começam a assombrar a mente de uma maneira única. Confesso fiquei apavorada em somente imaginar tal tragédia.

Claro que eu como leitora otimista que sou, torço sempre pelo melhor. Quando muito da história começa a ser revelado e alguns personagens continuam sem saber, comecei a enlouquecer...kkk... pensava, tá vai ser agora que vão contar e tudo vai se resolver. E acontecia outro problema e o tal personagem continuava no escuro. Angustiante, mas muito bom. Fazia horas que um livro não me deixava tão doidinha para que todos soubessem de tudo. Queria ter eu mesma contado para evitar minha própria aflição.

Eu vivi a história, parecia que eu estava no filme vendo tudo acontecer, amo quando me teletransporto. E que batalhas, que sufoco e que tristezas. Não pensei que fosse me agarrar a essa vila de lobos, como me encantei com a Montanha da Lua (livro de romance histórico da mesma autora, que recomendo a leitura). E agora só me resta esperar pelo último volume? Se o próximo for o último. Agradeço a aventura e cada personagem que me prendeu. Queria tanto ter uns dons da Ellene. Se você perdeu a resenha do primeiro volume, clique no título e confira: HíbridaAté a próxima!